<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532</id><updated>2011-04-21T17:57:22.221-07:00</updated><title type='text'>Is This Me?</title><subtitle type='html'>" Não suporto a música das coisas já acontecidas. E, quando dava por elas a acontecer, ensurdeciam-me. Houvesse, ao menos, um intervalo para me inteirar, para me recompor, e não me queixaria. Pior que perder é não saber o que se perde. Ter e não ser capaz de reter. Presenciar e não ter força para retribuir. Um sinal de vida. Uma prova de que estava lá. E que vi. O que passou por mim. Nem que fosse só para ficar com uma razão para chorar."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-2868046683321840080</id><published>2008-06-04T05:49:00.001-07:00</published><updated>2008-06-04T06:00:17.980-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SEaR2VMVzoI/AAAAAAAAALQ/e6DOf1IZ-cg/s1600-h/Untitled+3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208010381688426114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SEaR2VMVzoI/AAAAAAAAALQ/e6DOf1IZ-cg/s320/Untitled+3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começas a aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair no vazio. Depois de um tempo aprendes que o sol queima se ficares exposto por muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importas, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceitas que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas de perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la e que podes fazer coisas num instante, das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que os bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e passarem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem te importas mais na vida são levadas de ao pé de ti muito depressa. Por isso, devemos sempre deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas - pode ser a última vez que as vejamos. Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começas a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobres que se leva muito tempo para se transformar na pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprendes que não importa onde já chegaste, mas para onde estás a ir. Mas se não sabes para onde vais, qualquer lugar serve. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer prática. Descobres que, algumas vezes, a pessoa que estás a espera que te pontapeie quando caísses, é uma das poucas que te ajudam a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que se aprendeu com elas, do que com quantos aniversários celebraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são parvoíces, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás enraivecido tens o direito de assim estar, mas isso não te dá o direito de seres cruel. Descobres que, só porque alguém não te ama da maneira que gostarias que amasse, não significa que esse alguém não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como o demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a te perdoares a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, serás, nalgum momento, condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar... que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tens valor diante da vida. E só nos faz perder o bom que poderíamos conquistar o medo de tentar."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-2868046683321840080?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/2868046683321840080/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=2868046683321840080' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/2868046683321840080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/2868046683321840080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/06/depois-de-algum-tempo-aprendes-diferena.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SEaR2VMVzoI/AAAAAAAAALQ/e6DOf1IZ-cg/s72-c/Untitled+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-444913003468476871</id><published>2008-04-15T05:56:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T06:27:13.715-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SASqIxtmzvI/AAAAAAAAAKw/f3eNTiedarI/s1600-h/Copy+of+JÃºM15.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189459738397953778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SASqIxtmzvI/AAAAAAAAAKw/f3eNTiedarI/s400/Copy+of+J%C3%BAM15.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;A vida é uma viagem sem regresso... Todas as esquinas do passado me trouxeram aventuras pra lembrar no futuro. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Todas as nossas dores e alegrias são o que fazem de nós quam somos e como continuamos a crescer.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Sinto-me tão triste e tão feliz por tudo o que pude viver até aqui, todas as pessoas que pude sentir. A tristeza de as deixa partir, de as deixar ir... recebê-las sem questionar o amanhã e sent-las intensamente, da única forma que o sei fazer. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;A emocionalidade com que vivo tudo é o que dá sentido ao meu dia-a-dia. Sei que sou inexplicável muitas vezes na minha "disoforme" maneira de ser e isso faz-me sentido... Ser recebida de braços abertos, acolhida sem que em seguida permaneça sem resposta a mesma questão de sempre, o porquê? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Não sei... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Faço o que sinto que devo fazer, sempre, sem procurar os fundamentos de tudo e para tudo. Sentir, apenas sentir, e assim o raciocínio não tolda o juízo de cada acto, cada gesto, cada palavra... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Sinto as coisas de formas estranhas aos olhos dos outros. E então? Só me esforço por me mostrar a quem amo, a quem gosto, a quem considero necessário... e isso faz-me sofrer imenso, não há quem me leia na complexidade simples de ser como sou... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Cansa a constante necessidade de explicação, o raciocínio complexo para o entendimento do que é de mais simples para mim, o que sinto.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Falar todos os dias cansa... O meu conforto encontro-o no mais terno momento de silêncio, no afecto de quem me é necessário, no abraço vazio que se partilha, sentir apenas a presença calorosa ali por perto como quem nos diz "vai ficar tudo bem!". Preciso silenciar-me das palavras em tantos momentos e acariciar apenas o vazio dos sons.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;Mas a questão permanece, e permanece pesada pelo semblante do extraoridnário, como que afecta pela imortalidade das palavras. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;Não sei...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;Faço o que sinto que devo fazer, sem questionar, apenas porque é assim que me sinto completa até no mais profundo momento de solidão e vazio, inércia da cor que me falta... &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Simples e intensamente... é assim, tem de ser assim sempre!!! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-444913003468476871?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/444913003468476871/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=444913003468476871' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/444913003468476871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/444913003468476871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/04/vida-uma-viagem-sem-regresso.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SASqIxtmzvI/AAAAAAAAAKw/f3eNTiedarI/s72-c/Copy+of+J%C3%BAM15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-6586426500490908299</id><published>2008-04-08T02:53:00.000-07:00</published><updated>2008-05-29T01:33:33.969-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;I don't know what i can save myself from...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-6586426500490908299?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/6586426500490908299/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=6586426500490908299' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6586426500490908299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6586426500490908299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/04/i-dont-know-what-i-can-safe-myself-from.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-1234900004925431517</id><published>2008-02-18T04:25:00.000-08:00</published><updated>2008-02-18T02:40:17.050-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R7lfJf3Ta-I/AAAAAAAAAKg/shryXBt3dyo/s1600-h/By+The+Sea.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168266664161274850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R7lfJf3Ta-I/AAAAAAAAAKg/shryXBt3dyo/s320/By+The+Sea.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Oh meu Norte, pudesses ver as feridas escancaradas da minha alma ao céu aberto que parece engolir-me em cada uma das noites que passo em claro. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;As tramas que se desenham em torno de mim surgem apenas para me desacreditar de que seja possível sentir a plena sensação se serenidade. Palavras ditas sem fundamento que tendem a apagar os traços da mais bela história de amor. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Semelhanças aos traços confusos das imagens que desenhaste quando vivias nas profundezas da tristeza e sonfusão de seres quem és. Sinto o desalento da distância de mim própria...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Somos unos na vontade de libertar o que temos cá dentro... o estigma marca como ferro em brasa. O sentimento deixou de ser o que nos enaltec, é uma cruz aos olhos dos outros. Escravos do sentir como viciados em adrenalina e angústia, parece que só assim nos sentimos viver! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;A esfera torna-se pequena demais para tudo. A água corrente devia levar-me, lavar-me as mágoas que se amontoam em pilhas de coisa nenhuma. Porque nos prendemos ao que se distancia de nós? Vivemos na penumbra, eterna elevação do que fere como se isso fosse o essencial. Perco-me no raciocínio da lógica, deixo de saber o que digo... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-1234900004925431517?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/1234900004925431517/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=1234900004925431517' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1234900004925431517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1234900004925431517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/02/oh-meu-norte-pudesses-ver-as-feridas.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R7lfJf3Ta-I/AAAAAAAAAKg/shryXBt3dyo/s72-c/By+The+Sea.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-8911233591272833327</id><published>2008-02-10T05:35:00.000-08:00</published><updated>2008-02-18T02:39:50.739-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R7CI8_3Ta9I/AAAAAAAAAKY/Pd4HWUJUgf8/s1600-h/Curtains+6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165779354110880722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R7CI8_3Ta9I/AAAAAAAAAKY/Pd4HWUJUgf8/s320/Curtains+6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;O meu estado de loucura já nao tem cura. Estou a despedir-me como da morte real cruel que nos separa do amor... É assim que me lêm de momento, com a demência de que perde a noção e encerra um capítulo incompleto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E acordo repentinamente como que de um pesadelo e as imagens tornam-se mais claras. Não vejo as essências do meu sentimento, os motivos da minha angústia tornam-se num ser selvagem que me revolta por não confiar em mim. E eu deixei de confiar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me conheces já verdadeiramente? Será que deixaste de me sentir? As dúvidas que te reforçam as rugas da testa entristecem-me o olhar morto, desiludem-me, a distância só me faz crer que nunca me viste realmente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perco-me no tempo quando menos espero e solto as lágrimas pra libertar o peito da pressão da solidão. Surge o medo de perder o melhor de tudo, surge o medo de perder o amor que sinto cá dentro pela vida e refugio-me na cobardia, desculpo tudo como se precisasse disso para sobreviver. E não desculpo mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso da minha intensidade, de a perceber em tudo o que passa por mim, reconhecê-la é reconhecer-me a mim quando me sinto alheada de tudo. Precisava que a guardasses contigo para não a perder as já a perdeste... Perdeste-me a mim pelo caminho... embrenhado em confusões, palavras mal ditas, em pedaços de histórias fictícias contadas ao vento e que me atordoam os sentidos quando as ouço contadas como trechos de nada.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ouvisses tu as minhas histórias... Tramas e mais tramas sem propósito e sem verdade toldam-te o juízo, cegam-te os sentidos e deixas de ver, realmente ver o que sempre te guardou a vida e eu, o que sempre te guardei... um futuro de vivências que enriquecem a vida e nos trazem o melhor de nós. Deixei de ter o meu melhor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E será que não me sentes? Nem eu sei se me sinto, o que sinto, o que quero sentir.... Deixei-me de reflexões, fico-me pelos empurrões dos accontecimentos como se fosse nada e deixo-me ir... Seja o que for, seja como for, deixo-me ir... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-8911233591272833327?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/8911233591272833327/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=8911233591272833327' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/8911233591272833327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/8911233591272833327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/02/o-meu-estado-de-loucura-j-nao-tem-cura.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R7CI8_3Ta9I/AAAAAAAAAKY/Pd4HWUJUgf8/s72-c/Curtains+6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-876382875285245150</id><published>2008-02-08T04:42:00.000-08:00</published><updated>2008-04-15T06:37:07.958-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SASvARtmzxI/AAAAAAAAALA/fg0m21QB6ag/s1600-h/Untitled+5.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189465089927204626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SASvARtmzxI/AAAAAAAAALA/fg0m21QB6ag/s320/Untitled+5.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Amanhecer é uma tortura, tudo recomeça... &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;As noites deixaram de ser noites há muito... e por mais que me esforce este sentimento come por dentro.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;O meu estado de loucura tornou-se incurável, insuportável aos ouvidos surdos da essência que busco incessantemente. Procurar por quê... procurar por mim que me perdi nas teias cerradas, armadilha que me recorda a todos os instantes a impotências do respirar no meu peito. Por mais que grite, por mais que lute, por mais que seja o que sou, a circunferência é cada vez mais pequena, o eixo aperta-se e sufoca tudo. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Sinto-me perder a alma com o passar das horas intermináveis de escuridão. Vejo diariamente o sol nascer e não quero. Ficar presa nas profundezas de um sono que não termine nunca, que não me deixe acordar, que me faça esquecer o que me faz sofrer...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Perda constante de sanidade, desequilíbrio defenidor de mim mesma como se eu não existisse, só a loucura que me mostra a despedida. Estou a despedir-me do ser como da morte real cruel que nos separa do amor. Perdi o amor pelo caminho turtuoso que sigo com direcção a nada...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Desconforto por viver numa pele que não é a minha, tortura visceral que me aperta o peito e me impede de respirar. Não sei para onde me virar... Sinais proíbidos a cada esquina, direcções confusas, labirínticas que me desesperam...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Pudesse dormir eternamente em sossego. Sinto-me cansada, tão cansada... Autista, inércia nas imagens mas nunca nos sons. Hajam os sons que me confortem, embora torturem o pensamento que foge sem destino, sem que alguém o prenda a mim. Pensamento meu, de mim e para ninguém. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Só tu me vês desde sempre, só tu me sentes como ninguém, mas onde estás tu? Perdeste-te no por entre os milhares de estrelas que fazem do meu céu nocturno o espelho dos meus dias. Mergulhei no engôdo de já não distinguir onde começa o dia e onde ele acaba. Pra mim nada acaba... Houvesse um final e tudo se resolveria.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sinto saudades tuas, sentimento forte, tão forte como o choro estrondoso de quem chega ao mundo pela primeira vez. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sinto saudades de mim, do sorriso que encantou outrora as almas da minha vida! A minha imagem reflecte-se mas não a vejo qual ser vampiresco que perde tudo com a imortalidade. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#cccccc;"&gt;Perdi-me de mim e nem o meu Norte me encontra, nem o meu Norte...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#999999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-876382875285245150?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/876382875285245150/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=876382875285245150' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/876382875285245150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/876382875285245150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/02/amanhecer-uma-tortura-tudo-recomea.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/SASvARtmzxI/AAAAAAAAALA/fg0m21QB6ag/s72-c/Untitled+5.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-3946129056665398461</id><published>2008-01-16T04:32:00.000-08:00</published><updated>2008-02-18T02:39:28.382-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R44lgZmUUCI/AAAAAAAAAKM/YFlwsEarwz8/s1600-h/Refugee+From+Gondan+Malli.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156099861943439394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R44lgZmUUCI/AAAAAAAAAKM/YFlwsEarwz8/s320/Refugee+From+Gondan+Malli.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-3946129056665398461?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/3946129056665398461/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=3946129056665398461' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3946129056665398461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3946129056665398461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/01/que-estou-eu-fazer-me-mim-prpria.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R44lgZmUUCI/AAAAAAAAAKM/YFlwsEarwz8/s72-c/Refugee+From+Gondan+Malli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-1208634334018788460</id><published>2008-01-09T04:24:00.000-08:00</published><updated>2008-02-18T02:38:39.919-08:00</updated><title type='text'>North</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R4TAJJmUT_I/AAAAAAAAAJ0/yr25eA5TLeI/s1600-h/30.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153455137046679538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R4TAJJmUT_I/AAAAAAAAAJ0/yr25eA5TLeI/s320/30.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;"Entre uma chávena de café e outra chávena de café, os meus olhos perdem-se nas recordações sofridas de mais um ano como habitante desta minha alma carente, que se desapega da quantidade de grãos de açúcar que formavam a teoria metafísica da minha inexistente ciência de saber quem sou... quem fui? Isso... algo... uma interrogação patética que nada pretende perguntar sobre a verdadeira realidade nesta nossa trivial necessidade de nos sentirmos parte de uma frase que possa fazer sentido para toda a gente, ainda que o nosso contentamento literário se desiluda por afinal o vício de sermos aquilo que deveríamos querer ser, se mostrar mais forte que a fácil ostentação do comum, do banal, do contextualizado, do igual ou aceitável... do que concretiza a fórmula humana numa massificação moral, física e até sentimental - ideias numa lata, sentimentos numa caixa... e a vida que nos parece ser dada... a metro! Mas o que se parece impor é sem dúvida o sabor insípido de uma chávena de café clonada pelos pássaros donos da realidade que nos fazem pretendentes ao desejo de nos fingirmos desconhecedores de tudo o que realmente procuramos e sentimos... "&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-1208634334018788460?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/1208634334018788460/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=1208634334018788460' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1208634334018788460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1208634334018788460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2008/01/north.html' title='North'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R4TAJJmUT_I/AAAAAAAAAJ0/yr25eA5TLeI/s72-c/30.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-7177892957705616705</id><published>2007-12-28T16:15:00.000-08:00</published><updated>2008-02-18T02:37:21.848-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R3UiQJmUT9I/AAAAAAAAAJk/g9AQdR9O7Cg/s1600-h/blog07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149059409817915346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R3UiQJmUT9I/AAAAAAAAAJk/g9AQdR9O7Cg/s320/blog07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#999999;"&gt;&lt;strong&gt;“- Não – disse o principezinho. – Ando à procura de amigos. O que é que “estar preso” quer dizer?&lt;br /&gt;- É uma coisa que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. – Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.&lt;br /&gt;- Laços?&lt;br /&gt;- Sim, laços – disse a raposa. – Ora vê; por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti eu também passo a ser única no mundo…&lt;br /&gt;- Parece-me que estou a começar a perceber – disse o principezinho. – Sabes, há uma certa flor… tenho a impressão que estou preso a ela…&lt;br /&gt;- É bem possível – disse a raposa. – Vê-se cada coisa cá na Terra…&lt;br /&gt;- Oh! Mas não é da Terra! – disse o principezinho.&lt;br /&gt;A raposa pareceu ficar muito intrigada.&lt;br /&gt;- Então, é noutro planeta?&lt;br /&gt;- É.&lt;br /&gt;(…) Mas a raposa voltou a insistir na sua ideia:&lt;br /&gt;- Tenho uma vida terrivelmente monótona. Eu caço galinhas e os homens, caçam-me a mim. As galinhas são todas iguais umas às outras e os homens são todos iguais uns aos outros. Por isso, às vezes, aborreço-me um bocado. Mas, se tu me prenderes a ti, a minha vida fica cheia de Sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? Eu não como pão e, por isso, o trigo não me serve para nada. Os campos de trigo não me fazem lembrar de nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então, quando eu estiver presa a ti, vai ser maravilhoso! Como o trigo é dourado, há-de fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do barulho do vento a bater no trigo…&lt;br /&gt;A raposa calou-se e ficou a olhar durante muito tempo para o principezinho.&lt;br /&gt;- Por favor… Prende-me a ti! – acabou finalmente por dizer.&lt;br /&gt;- Eu bem gostava – respondeu o principezinho – mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer…&lt;br /&gt;- Só conhecemos as coisas que prendemos a nós – disse a raposa. – Os homens, agora, já não têm tempo para conhecer nada. Compram coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!&lt;br /&gt;- E o que é que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.&lt;br /&gt;- É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto…&lt;br /&gt;O principezinho voltou no dia seguinte.&lt;br /&gt;- Era melhor teres vindo à mesma hora – disse a raposa. – Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto já hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito… São precisos rituais.&lt;br /&gt;- O que é um ritual? – perguntou o principezinho.&lt;br /&gt;- Também é uma coisa de que toda a gente se esqueceu – respondeu a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias e uma hora, diferente das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, têm um ritual.&lt;br /&gt;(…)&lt;br /&gt;Foi assim que o principezinho prendeu a si a raposa. E quando chegou a hora da despedida:&lt;br /&gt;- Ai! – exclamou a raposa – Ai que me vou pôr a chorar…&lt;br /&gt;- A culpa é tua – disse o principezinho. – Eu bem não queria que te acontecesse mal nenhum, tu quiseste que eu te prendesse a mim…&lt;br /&gt;- Pois quis – disse a raposa.&lt;br /&gt;- Mas agora vai-te pôr a chorar! – disse o principezinho.&lt;br /&gt;- Pois vou – disse a raposa.&lt;br /&gt;- Então não ganhaste nada com isso!&lt;br /&gt;- Ai isso é que ganhei! – disse a raposa. – Por causa da cor do trigo…&lt;br /&gt;Depois acrescentou:&lt;br /&gt;- Anda, vai ver outra vez as rosas. Vais perceber que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo.&lt;br /&gt;O principezinho lá foi ver as rosas outra vez.&lt;br /&gt;- Vocês não são nada parecidas com a minha rosa! Vocês ainda não são nada – disse-lhes ele. – Não há ninguém preso a vocês e vocês não estão presas a ninguém. Vocês são como a minha raposa era. Era uma raposa perfeitamente igual a outras cem mil raposas. Mas eu tornei-a minha amiga e, agora, ela é única no mundo.&lt;br /&gt;E as rosas ficaram bastante incomodadas.&lt;br /&gt;- Vocês são bonitas, mas vazias – ainda lhes disse o principezinho. – Não se pode morrer por vocês. Claro que, para um transeunte qualquer, a minha rosa é perfeitamente iguala vocês. Mas, sozinha, vale mais do que vocês todas juntas, porque foi ela que eu reguei. Porque foi a ela que eu pus debaixo de uma redoma. Porque foi a ela que eu abriguei com o biombo. Porque foi a ela que eu matei as lagartas (menos duas ou três, por causa das borboletas). Porque foi a ela que eu ouvi queixar-se, gabar-se e até, às vezes, calar-se. Porque ela é a minha rosa.&lt;br /&gt;E então voltou para o pé da raposa e disse:&lt;br /&gt;- Adeus…&lt;br /&gt;- Adeus – disse a raposa. – Vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos…&lt;br /&gt;- O essencial é invisível para os olhos – repetia o principezinho, para nunca mais se esquecer.&lt;br /&gt;- Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.&lt;br /&gt;- Foi o tempo que perdi com a minha rosa… - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.&lt;br /&gt;- Os homens já se esqueceram desta verdade – disse a raposa. – Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que está preso a ti. Tu és o responsável pela tua rosa…&lt;br /&gt;- Sou responsável pela minha rosa… - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-7177892957705616705?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/7177892957705616705/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=7177892957705616705' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7177892957705616705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7177892957705616705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/12/no-disse-o-principezinho.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R3UiQJmUT9I/AAAAAAAAAJk/g9AQdR9O7Cg/s72-c/blog07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-3385571091311843490</id><published>2007-11-07T17:08:00.000-08:00</published><updated>2007-11-07T09:15:26.080-08:00</updated><title type='text'>Somewhere Not Here</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RzHyadE3q-I/AAAAAAAAAJc/xAeWmHLKRn0/s1600-h/Copy+of+Untitled+1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130147986847280098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RzHyadE3q-I/AAAAAAAAAJc/xAeWmHLKRn0/s320/Copy+of+Untitled+1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;I remember when you came, I can just recall that day&lt;br /&gt;Unexpected, undetected, if I'd have known I still would have done it&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So little time, son long to wait. A paradise within your eyes&lt;br /&gt;All the things I could tell you. All the things I could show you&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You're my waking thought. You're the smile on my lips&lt;br /&gt;I dream, I see your face. I see and dream of you&lt;br /&gt;You were safe and warm. I was in your hands&lt;br /&gt;We were moved in time to another space&lt;br /&gt;Somewhere - not here. Somewhere not here.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So little time. So little time&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You were safe and warm. I was in your hands&lt;br /&gt;We were moved in time. To another space&lt;br /&gt;A thousand miles away - I'd like to fly to you&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I immerse myself&lt;br /&gt;I dream - I see your face&lt;br /&gt;I see - I dream of you&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If you were here we'd watch. If you were here we'd see&lt;br /&gt;You're my waking thought&lt;br /&gt;(you're the) smile on my lips&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You were safe and warm. I was in your hands&lt;br /&gt;We were moved in time - to another space&lt;br /&gt;Somewhere not here. I know you are&lt;br /&gt;Somewhere not here&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You're my waking thought. You're the smile on my lips&lt;br /&gt;Are you thinking of me? Do I invade your sleep?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paradise - a paradise within your eyes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I remember when you came, I can just recall that day&lt;br /&gt;Somewhere not here. Somewhere not here&lt;br /&gt;Somewhere&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-3385571091311843490?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/3385571091311843490/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=3385571091311843490' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3385571091311843490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3385571091311843490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/11/somewhere-not-here.html' title='Somewhere Not Here'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RzHyadE3q-I/AAAAAAAAAJc/xAeWmHLKRn0/s72-c/Copy+of+Untitled+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-3673779331218578362</id><published>2007-10-31T06:30:00.000-07:00</published><updated>2008-02-18T02:37:00.061-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RyiZINE3q8I/AAAAAAAAAJM/VwbbgxRCNhc/s1600-h/Marrocos+2007+343.jpg"&gt;&lt;span style="color:#66cccc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127516541989399490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RyiZINE3q8I/AAAAAAAAAJM/VwbbgxRCNhc/s320/Marrocos+2007+343.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#66cccc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#66cccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#66cccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#66cccc;"&gt;&lt;strong&gt;Momentos em silêncio… perigo constante em vidas semelhantes à minha.&lt;br /&gt;Por mais que passe o tempo, por mais dias que viva intensamente, a dor continua e vinca-se como os traços da nossa personalidade.&lt;br /&gt;Por mais que viva intensamente… é quase que uma obrigação, como pagar a dívida que não é minha. Como que viver uma vida que não é a minha mas é. Fazes parte dela até ao último sopro.&lt;br /&gt;Mesmo na mais estranha aventura que vivi, a mais esperada e realizada como sempre sonhei, estiveste lá, espelhado em cada rosto, em cada imagem vazia de paisagem e de vegetação, em cada sopro de brisa colorida, nunca te deixei para trás.&lt;br /&gt;As lágrimas que não chorei no dia destinado a ti, somente a ti, escondi-as para que ninguém as visse. Partilhei contigo o mais maravilhoso céu do mundo, procurei por ti mas não te vi. Ainda não descobri qual das estrelas és tu. Procurei por ti nessa noite na pessoa errada… procurei o conforto de ti mas é impossível reavê-lo, jamais…&lt;br /&gt;A felicidade dos momentos mais recentes que vivi por nós desvaneceu-se num ápice. Foram legítimos porque os vivi da forma como só tu conheceste em mim. E será sempre assim, só tu saberás sempre o meu dia-a-dia, só tu saberás o que faz falta porque nem eu sei.&lt;br /&gt;Os sorrisos, os olhares, a sensação do toque, tudo o que não tenho de ti, continuo à procura e não vou encontrar… porque quando encontro não perduram assim como tu não ficaste para me acompanhar…&lt;br /&gt;Mais um dia virá em que não vou ver o sentido das coisas, não vou ver o sentido de teres partido tão cedo. As lágrimas serão as mesmas de há 10 anos e a dor… maior a cada dia que passa. És o único pensamento constante na minha mente e assombras-me sempre quando menos espero. Estás sempre lá, sempre na sombra mais recôndita da consciência humana, como se nada se passasse contigo… é já tão grande o hábito e tão implícita a tua presença que fazes parte de mim, eu sei que sim. E nunca me deixas esquecer que cada dia é vivido por ti.&lt;br /&gt;Tudo, pensas que sabes tudo mas não sabes. Continuas a ser o meu pensamento do dia-a-dia, o sorriso nos meus lábios, as lágrimas secas que escondo do mundo como se as escondesse de mim. Sinto falta do riso; ainda acordo em sobressalto achando que o sinto ecoar à minha volta e a única coisa que sinto na realidade é a dor, e não consigo resistir ao desespero de não te ver e choro…&lt;br /&gt;E quando penso que tenho de te deixar ir, que tens de me deixar ir, puxas-me de novo para ti e a impotência toma conta de mim de novo, e volto mendigando o que jamais me poderás dar. Sofrimento constante, duradouro, disfarçado e que arrebata tudo o que há em mim.&lt;br /&gt;Mas vou ter de te deixar ir na serenidade que é a evolução da vida… Vais ter de me deixar ir no mais profundo desgosto de saber que jamais te tornarei a ver. Procurar por ti apenas na imensidão de céu que todas as noites se abate sem ser convidada e apenas aí. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-3673779331218578362?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/3673779331218578362/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=3673779331218578362' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3673779331218578362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3673779331218578362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/10/momentos-em-silncio-perigo-constante-em.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RyiZINE3q8I/AAAAAAAAAJM/VwbbgxRCNhc/s72-c/Marrocos+2007+343.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-3896545614827108074</id><published>2007-10-30T11:56:00.000-07:00</published><updated>2007-10-30T11:59:38.429-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Ryd_D9E3q5I/AAAAAAAAAI8/mycdKEnAkqk/s1600-h/Marrocos+2007+107.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127206406695922578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Ryd_D9E3q5I/AAAAAAAAAI8/mycdKEnAkqk/s320/Marrocos+2007+107.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-3896545614827108074?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/3896545614827108074/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=3896545614827108074' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3896545614827108074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/3896545614827108074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Ryd_D9E3q5I/AAAAAAAAAI8/mycdKEnAkqk/s72-c/Marrocos+2007+107.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-6892154163341405744</id><published>2007-08-01T04:07:00.000-07:00</published><updated>2007-08-01T04:12:21.548-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RrBqgcX2lCI/AAAAAAAAAIc/nekn7jQnjX0/s1600-h/InsÃ³nia.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093688284160627746" style="DISPLAY: block; 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sentir o susto de cada descoberta apenas porque é novidade. Deve ser isso, tem de ser…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se sofre quando não se vê o que nos magoa; não se sofrem as perdas quando não se sabe o que se perde ou o que nos falta, o necessário; não se sofre com o não se conhece…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse cega na alma os sentimentos seriam como dádivas de alívio; sentir sem conhecer a origem dos sentimentos, apreciar apenas o acto de sentir que pode ser tão simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo desapareceria. O medo de não ser nada; o medo de ficar sem saída; a constante claustrofobia do Mundo em que o tempo parece sempre tão pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preferia não sentir a vida como se ela estivesse a chegar ao fim; e está, sempre, cada vez mais perto. Fosse eu cega da alma e não o sentiria, não estaria já com saudades de tudo o que não vou viver. Não sentiria já a saudade de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-6892154163341405744?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/6892154163341405744/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=6892154163341405744' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6892154163341405744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6892154163341405744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/08/quem-me-dera-sofrer-da-cegueira-da-alma.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RrBqgcX2lCI/AAAAAAAAAIc/nekn7jQnjX0/s72-c/Ins%C3%B3nia.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-6401302603625694094</id><published>2007-07-07T03:52:00.000-07:00</published><updated>2007-07-07T19:54:04.868-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RpBRuLJjDLI/AAAAAAAAAIU/ncj8QG9LuQI/s1600-h/Listening+To+The+Echo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084653833009958066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RpBRuLJjDLI/AAAAAAAAAIU/ncj8QG9LuQI/s320/Listening+To+The+Echo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-6401302603625694094?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/6401302603625694094/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=6401302603625694094' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6401302603625694094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6401302603625694094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/07/blog-post.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RpBRuLJjDLI/AAAAAAAAAIU/ncj8QG9LuQI/s72-c/Listening+To+The+Echo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-6205270417372576109</id><published>2007-07-06T04:07:00.000-07:00</published><updated>2007-07-06T08:07:55.223-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Ro5Ur7JjDKI/AAAAAAAAAIM/yqmIHPtVNV4/s1600-h/VerÃ©es+Nocturnes.bmp"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084094142936714402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Ro5Ur7JjDKI/AAAAAAAAAIM/yqmIHPtVNV4/s320/Ver%C3%A9es+Nocturnes.bmp" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;"Muito humildemente me defendo da tua sempre agressiva característica de ser, porque contigo é sempre assim, tudo competitivo e amargo e não entendo porquê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo por dizer que não tenho, ao contrário de ti, o erudito, a “ambição da pena”; limito-me a escrever o que sinto e, podes não acreditar, mas não é sempre tudo sobre ti. Quando o faço, faço com sentimento e isso, julgo eu, só é revelador de quem sou. E não preciso ter jeito, apenas sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tu, constantemente a acusar-me de não sei sequer o quê. Por incrível que pareça, acho que ainda não desisti de ti de vez por masoquismo. És a única pessoa que me faz sentir determinadas coisas que me fazem mal, e eu, parece que gosto. És demais!!!! E não no seu sentido mais positivo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;Se não desisto das pessoas é porque elas desempenharam um papel importante na minha vidinha. E digo que desempenhaste porque não vejo mesmo futuro nenhum para nada entre nós. Tu não deixas…. As tuas tentativas foram todas falhadas porque as intenções estiveram sempre mascaradas. Sê franco, sincero e não uses as máscaras que julgas, muito inocentemente, que servem de camuflagem. Não fazem efeito. E nem é por minha causa; acho que terias muito mais a ganhar com isso, com seres quem és, realmente. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;Eu, como tu mostras sempre muito bem e muito friamente, estou num passado muito esquecido. Eu diria recalcado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos realmente tipo azeite e água e é isso que te lixa. Caramba. Mas também não te vou fazer a vontade. Se não te importas, eu guardo as coisas que me acontecem na vida com carinho e saudades, com intuito da aprendizagem, porque são as vivências que me fazem ser quem sou. E tu não vais ser a excepção; lamento se isso incomoda. E também não vou fazer como tu, aproveitar cada oportunidade para ferir, para mostrar que só se guarda o que magoa, o que devia ser esquecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se queres mesmo saber:&lt;br /&gt;Almas, terás apenas uma, imutável assim como tu, para todo o sempre.&lt;br /&gt;Se há alguém que menos te estranha, és tu mesmo e sabes porquê? Porque só tu vês o que escondes por detrás de uma pessoa que não existe na realidade.&lt;br /&gt;E desengana-te porque já nada em ti muda.&lt;br /&gt;E a alma, não sei sequer se a tens, dada a tua passividade de viver, a apatia do dia-a-dia, que não te deixa ver nem sentir nada de bom. A tua confusão de existência vem daí.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;Se não tens o que ambicionas é porque te resignas; se não realizas o que sonhas é porque a tua inflexibilidade de mudança é mais forte que tu.&lt;br /&gt;Tudo o que temos e alcançamos na vida não é um direito de nascença, é uma luta constante e diária que nós colocamos no nosso destino.&lt;br /&gt;Se apenas te avistas a ti e se apenas vês passar por ti a vida, qual espectador desatento, se apenas sentes o vazio de não fazer parte de nada, essa é responsabilidade exclusivamente tua. A tua insegurança cega-te, amedronta, não é, porque não te sentes pertencer a lado nenhum. Nem te esforças, tão pouco.&lt;br /&gt;E julgo até que já perdeste tempo demais a tentar perceber o que és. Só o conseguirás fazer se realmente começares a viver! E, pelos vistos, se há coisa que não farás, é esquecer nada. Somente assim vais ter motivos para continuar, apenas porque tens motivos para odiar.&lt;br /&gt;E não queiras mentir a ti próprio; se pensas que ninguém te conhece, falhas de novo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;Rejeitar o que se sente não faz desaparecer o sentimento. Chama-se a isso negação, atitude que não me parece encaixar melhor a qualquer pessoa que não a ti.&lt;br /&gt;E se alguém sabe o porquê das nossas atitudes, somos nós mesmos.&lt;br /&gt;Eu não me arrependo nem arranjo desculpas para o que aconteceu no passado, ainda tão recente, no entanto, já com o peso de 20 anos passados. Recuso-me a relembrar como se a minha vida estivesse a acabar. Já tu…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para quem me disse que o amor era possível, independente de qualquer tipo de situação de vida ou de ser, tens sido quem mais me magoa. E sem motivo porque nunca te enganei em nada, só não te amei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se preferes que seja o orgulho, ao invés da amizade, o meio regulador deste relacionamento inexistente, és livre de o fazer. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;Só volto a chorar por ti no dia em que souber que morreste….&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;E isto sim, é sobre ti.&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-6205270417372576109?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/6205270417372576109/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=6205270417372576109' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6205270417372576109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6205270417372576109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/07/s-volto-chorar-por-ti-no-dia-em-que.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Ro5Ur7JjDKI/AAAAAAAAAIM/yqmIHPtVNV4/s72-c/Ver%C3%A9es+Nocturnes.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-2661817909434905447</id><published>2007-06-26T06:09:00.000-07:00</published><updated>2007-08-03T11:41:11.908-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKcrLJjDFI/AAAAAAAAAHk/JqJ5OQsglkU/s1600-h/Moonrise.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080795595168484434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKcrLJjDFI/AAAAAAAAAHk/JqJ5OQsglkU/s320/Moonrise.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Qual das Estrelas és tu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podia ficar durante horas aqui, afogar-me em lágrimas e inundar-me no desespero de não recordar os pormenores. Os indicativos de que foste para sempre… E tudo o resto vai indo aos poucos para meu desalento, aumentando a minha angústia de viver sem te ver…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentimento que nos uniu, e que ainda perdura, é mais forte do que mil eternidades. Continuo a precisar de ti para meu abrigo de sentimentos; és o meu porto de abrigo para cada momento de tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha solitude é reconfortante porque te sinto nela. Nada nem ninguém toma o teu lugar em mim, jamais. Este sentimento parece pele que se veste, se usa e se gasta; a que se ganha o gosto. O cheiro característico que sentimos quando o amor é verdadeiro, contudo impossível. É viciante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual das estrelas és tu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais brilhante de todas. A que se vê a milhas de distância. A que me segue a cada passo no vazio da escuridão nocturna, iluminado os devaneios de quem se perde por instantes e teima em não voltar. A mais perdida e constante de todas elas. A minha estrela guia…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui estou eu, contemplando o rebentar das ondas à beira mar numa noite calma, como tantas outras em que te procuro no céu limpo de lua cheia. E apenas a brisa húmida, a rebeldia dos cabelos que ondulam desgovernados, o mar que me cumprimenta molhando-me os pés com frieza, me fazem sossegar o coração enquanto te busco…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também tu estás na imensidão do nada e de tudo, no vácuo de um ambiente sem gravidade e intemporal. Assim fossem os nossos dias, as nossas vidas, recuperar tudo o que não vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tão longe, cada vez mais distante, sinto-te tão perto e com a mesma intensidade, como se nunca tivesses partido. Será que esta mágoa desertará algum dia? Deixarei de sentir o sentimento, o tormento da perda de ti?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual das estrelas és tu? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-2661817909434905447?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/2661817909434905447/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=2661817909434905447' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/2661817909434905447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/2661817909434905447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/06/qual-das-estrelas-s-tu-podia-ficar.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKcrLJjDFI/AAAAAAAAAHk/JqJ5OQsglkU/s72-c/Moonrise.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-4255125824987649157</id><published>2007-06-13T21:20:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T06:36:15.913-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RnBQspD4XsI/AAAAAAAAAGU/-f4xXFSFtc8/s1600-h/J01.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5075645507913146050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RnBQspD4XsI/AAAAAAAAAGU/-f4xXFSFtc8/s320/J01.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;"Como é que achas que é viver toda a vida procurando pelo amor de uma pessoa e saber que ela não nos quer? A minha maldade para contigo sempre teve esse objectivo; as discussões, os mal-entendidos e as diversas ofensas e má atitudes sempre foram a melhor forma de ter a tua atenção e nunca aprendi de outra forma porque sempre te afastaste de mim… É até algo irónico, tudo o que sempre fiz para te puxar para mim só te afastou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nunca te disse que te amo porque nunca consegui. É uma incapacidade inata de expressão, uma fonte de constrangimento, uma limitação minha… E, com certeza, deveria antes já ter dito ou feito alguma coisa mas não consigo. Um erro. Mas tu também erraste muito comigo porque nunca me aceitaste, fosse de que maneira fosse. Sempre me orientaste com base em críticas e sempre ridicularizando tudo em mim, tudo o que sempre viste com bons olhos nos outros. E só de pensar nisso… Diminuis importância em tudo o que me diz respeito, em tudo o que sou e represento. E é difícil entender isto quando tudo o que sempre quis foi ser uma prioridade para ti, ser mais importante do que todas as outras pessoas estranhas a ti. E, muito provavelmente, não queres mesmo saber de mim. Já eu sou o oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falhámos os objectivos. Lamento, não soube fazer melhor."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-4255125824987649157?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/4255125824987649157/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=4255125824987649157' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4255125824987649157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4255125824987649157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/06/como-que-achas-que-viver-toda-vida.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RnBQspD4XsI/AAAAAAAAAGU/-f4xXFSFtc8/s72-c/J01.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-7564483143740990191</id><published>2007-05-19T05:37:00.000-07:00</published><updated>2007-05-19T05:51:05.600-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rk7xa5AM4TI/AAAAAAAAAGM/X2ZbgjUq-A8/s1600-h/Untitled+4-2.bmp"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066252075118944562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rk7xa5AM4TI/AAAAAAAAAGM/X2ZbgjUq-A8/s320/Untitled+4-2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Faremos tudo, qualquer coisa por nós próprios, sem precisar de mais nada. Deitar-me apenas sob o céu azul, e tu comigo, a meu lado e esquecer o Mundo, todo resto. O resto que não é nada perto da nossa existência. Nada além disso importa desde que te tenha comigo, sempre. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não sei como dizer o que sinto, não tenho expressão forte o suficiente. Ou terei dito demais e não o que baste? A complexidade é tal que me confunde e direcciona-me para a carência cega nem sei de quê.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Deitar-te-ias comigo, a meu lado? Sem qualquer exigência ou esforço… esqueceríamos o que nos foi dito antes que fosse tarde demais. Tudo ganharia vida de novo e o tempo seria nosso para o reconhecimento do que já foi e não volta; saudosas as minhas lembranças do sentimento doce de te ter perto de mim, junto de mim. Preciso de ti para ler as minhas necessidades, para me encontrar. Mostra-me tudo o que ganha vida porque apenas consigo ver o que me prende em ti. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do nada e confusa com tudo, precisas saber que nada vai mudar, nunca, em mim, cá dentro. Apenas te posso dar tudo o que tenho, o que sinto, esta imensidão de amor que se perde em vão sem destino e sem receptor. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;E apenas por saber que não virás, procuro refúgio à beira mar, junto ao precipício da dor e da nostalgia, sentir a brisa que me traz odores imensos e me faz viajar sem destino, imaginando apenas o que seria ter-te ali comigo. E vou viajar assim sempre, para sempre, sem ti e, ao mesmo tempo contigo… o tempo não vai chegar para te dizer a dor que sinto por te ter tão longe de mim. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-7564483143740990191?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/7564483143740990191/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=7564483143740990191' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7564483143740990191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7564483143740990191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/05/faremos-tudo-qualquer-coisa-por-ns.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rk7xa5AM4TI/AAAAAAAAAGM/X2ZbgjUq-A8/s72-c/Untitled+4-2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-1367407398612129585</id><published>2007-04-23T01:03:00.000-07:00</published><updated>2007-04-26T09:41:22.140-07:00</updated><title type='text'>Desconhecimento de Ti</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjDVDbM0e4I/AAAAAAAAAFc/nVbO3ZpK7b8/s1600-h/Just+a+Smoke+2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057776636354919298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjDVDbM0e4I/AAAAAAAAAFc/nVbO3ZpK7b8/s320/Just+a+Smoke+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Do topo do mundo todos te observam procurando um sentimento em ti – pequeno, leve, surdo – e tantas vezes absurdo como uma imagem destorcida, meio sonho, que alimenta o mundo com esboços de ti; subindo ao cimo de um tempo inexistente em qualquer outro lugar que não seja o teu: aqui, em mim, no topo de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdi-me num pensamento pequeno mas diferente de todos os módulos de pensamentos elementares. Com um desenho que exprime um parque de diversões porque te conheço desde sempre, apenas um “pedaço de gente” que me enche de emoções e de alegria…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero um mundo para ti cheio de tudo. Tudo o que avisto pelo binóculo do mistério da vida e que me faz transbordar de sensações sem eu entender o porquê. Espero tudo, até onde a vista alcança e se perde na linha do horizonte e na névoa que inunda o olhar nas alturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero por ti a cada momento que passa, nem que seja por breves momentos, olhar de relance e avistar uma mera sombra desvanecida e fugidia, que se esconde como que um ser criminoso, alguém que destrói o sossego que há em apreciar as coisas simples da vida. Um abraço teu; um anseio diário reconhecer-te por entre uma multidão de rostos desconhecidos, frios e feios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso do talento e da grandeza para perceber que não sou nada. Situada no silêncio que amortece a minha dor, o ardor de viver sem amor, preciso de cores vivas tipo rosa‑choc para pintar o arco‑íris. Fazê-lo surgir com o jorrar de lágrimas salgadas que choro por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São precisos os sonhos, uma imensidão de desejos e caprichos que adocicam a boca e a curiosidade. Para chamar a atenção, atrair-te para a armadilha e fazer-te existir no que é a realidade séria demais. E assim mudar o rumo das coisas e enriquecer-me a mim em emoções e sensações que sem querer aprendi a desconhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-1367407398612129585?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/1367407398612129585/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=1367407398612129585' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1367407398612129585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1367407398612129585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/04/do-topo-do-mundo-todos-te-observam.html' title='Desconhecimento de Ti'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjDVDbM0e4I/AAAAAAAAAFc/nVbO3ZpK7b8/s72-c/Just+a+Smoke+2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-7348368065031241200</id><published>2007-04-15T21:50:00.000-07:00</published><updated>2007-04-15T13:51:25.843-07:00</updated><title type='text'>Try Walking In My Shoes</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RiKPCoOIkzI/AAAAAAAAAE0/v8Q-BGvDqGU/s1600-h/Photo+In+Red+2.bmp"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5053759007182328626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RiKPCoOIkzI/AAAAAAAAAE0/v8Q-BGvDqGU/s320/Photo+In+Red+2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;Tenta apenas.... Ser o que sou todos os dias, vazia de tudo e de todos e cada vez mais. Tenta olhar através de mim, ver a minha perspectiva do Mundo amplo e frio em que busco objectivos e saberes, sensações e razões para continuar a tentar perceber quem sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma disputa constante e revoltante aquela que travo comigo e com as minhas inseguranças. É como nadar sem sair do lugar. É andar como procurar orientação num sistema sem Norte. E eu procuro sempre por mim, a cada pestanejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, quando dou por mim, a necessidade das coisas deixa de ter lugar na vastidão da minha apatia sensitiva. A frieza dos movimentos deixa-me inerte. O toque deixou de ser quente, esse esporádico estranho invasor de mim… o corpo ressente-se e assusta-se com essa possibilidade, a de deixar de reconhecer, esquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças são tão súbitas; outras vão surgindo devagarinho, ganhando terreno neste campo de batalha ensanguentado de lágrimas que já surgem ao mínimo sinal da ausência, surgem ao olhar já sem qualquer noção. Já as sinto habituais e a sua frequência tornou-se a minha grande companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me reconheço e já nem me esforço. Sinto-me apenas esgotada e cansativamente à espera que tudo se altere com a rotação natural do universo. Sinto-me apenas à espera que os constrangimentos enfraqueçam e a verdade escondida nas atitudes incompreensíveis apareça e me esclareça. O porquê da ausência. Grande papel o meu nesta trama tramada de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E penso no que será afinal necessário para fazer despertar o que me parece não existir. E essa inexistência fere-me profundamente, a confirmação das dúvidas omnipresentes são o que mais temo. Estou num fosso repleto das emoções erradas. O que me é oferecido não é o que me foi prometido, não é o inerente à minha humilde existência. É o que ouço daquela voz do fundo das nossas mentes, é o que evito dizer alto com o receio do apercebimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no final tudo se esquece. O que se denomina de desconhecimento ganha proporções estranhas à nossa existência. O que começa por ser uma insegurança, uma incompatibilidade, torna‑se um vício que se enraíza com o passar do tempo. E de repente instala-se como um hábito fortalecido pela rotina de ser simplesmente assim. Subitamente é já a realidade das coisas. É como se as imagens se tornassem turvas ao olhar ao longo dos tempos, ao ponto de um dia a sua nitidez ser uma mera recordação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no final tudo se esquece. Eu serei apenas mais uma imagem desfocada a juntar a tantas outras imagens já sem cor devido ao envelhecimento. A chama vai-se tornando cada vez mais fraca, diminuindo lentamente até à extinção. A memória deixa de fazer o registo de que eu existo e isso dificulta a minha árdua tarefa, a de conquistar o que mais me custa admitir e lembrar. E, como que incapaz de aprender, continuo tropeçando nos meus próprios passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo desconhecendo o momento crucial, o grande final, sinto-me há já muito tempo esquecida. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-7348368065031241200?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/7348368065031241200/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=7348368065031241200' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7348368065031241200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7348368065031241200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/04/try-walking-in-my-shoes.html' title='Try Walking In My Shoes'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RiKPCoOIkzI/AAAAAAAAAE0/v8Q-BGvDqGU/s72-c/Photo+In+Red+2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-4984194702328652354</id><published>2007-04-08T19:45:00.000-07:00</published><updated>2007-05-30T02:37:29.729-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjvFvbM0e9I/AAAAAAAAAGE/Yls0PpLa9n4/s1600-h/Thingvallantn.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060856024826936274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjvFvbM0e9I/AAAAAAAAAGE/Yls0PpLa9n4/s320/Thingvallantn.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjvDwbM0e7I/AAAAAAAAAF0/eITHM_eLo-A/s1600-h/Lake+Chapala.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Não há ninguém aqui hoje porque alguém levou a luz. Nada me enche o coração… não penses sequer que eu poderia explicar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não suporto a dor de perder algo tão à parte de mim embora, na realidade, tu, dificilmente estivesses no meu coração; tu és o meu coração; tu és tudo, tudo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em poucas palavras, um sopro dos tempos de Verão transforma-se nas piores chuvas de Inverno e em tão pouco tempo toda a minha esperança se desvaneceu. E será que a recupero algum dia, será ela a mesma? Há-de surgir disfarçada de alguma coisa ou de coisa nenhuma…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que sempre quis foi ver o teu rosto, presenciar um leve sorriso de mim, tão pequena perto de ti e perto de tudo e dar-te a saber. E dar-te a saber. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Mas a realidade das coisas não deixa de ser como uma mancha que escorre e esborrata e muda a cada minuto, a cada olhar nosso atencioso e amadurecido que não volta a acontecer. Como custa ter de te perder, de me perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu eras tudo, tudo. Fiz de tudo para te dar vida em mim, fiz tudo o que podia. Teria feito qualquer coisa para que continuasses a viver em mim. Pedia por favor num sussurro de dor para que nada deixasse de ser, para não te largar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá fora, no escuro, o espírito perde-se em busca de um lar; estás perdido no nevoeiro espesso que cobre o caminho como um manto suave de nada. Não tenhas medo, eu penso em ti, não estás só. Algo se partiu em mim quando foste sem data de regresso, algo impossível de concertar como se me tivesse perdido a mim própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, de alguma forma, quando o tempo for o certo, poderá um anjo sorrir sobre mim e devolver-te a vida perdida. Para te dar vida. Eu daria tudo para que continuasses vivo em mim, eu daria tudo para continuar viva por dentro, passar por tudo livre de apatia e dormência. Será isto aquilo a que se chama demência do espírito e da alma que se perde em tão pouco, não se recupera por nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamentos soltos como devaneios de um ser perturbado com a ausência de tudo, habituada ao vazio que é ser-se só no mundo. Ser irreconhecível, sem cheiro e sem voz, ser invisível no meio de tudo como se não existisse. O vazio faz-me perder a noção do tempo, faz-me sentir inválida perante as sensações e os sentimentos que não conseguem existir ou perdurar… preciso que me ensinem novamente a amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu eras tudo, tudo. Teria feito o que fosse preciso para te manter vivo e sobreviver sem pedir nada. E bastava um olhar de aceitação, sentir-me apreciada; bastava uma aprovação e sentir-me desejada. Teria feito o que fosse preciso... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-4984194702328652354?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/4984194702328652354/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=4984194702328652354' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4984194702328652354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4984194702328652354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/04/no-h-ningum-aqui-hoje-porque-algum.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RjvFvbM0e9I/AAAAAAAAAGE/Yls0PpLa9n4/s72-c/Thingvallantn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-4356069462151518259</id><published>2007-04-08T17:12:00.000-07:00</published><updated>2007-04-08T09:13:08.149-07:00</updated><title type='text'>Numb</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RhkRUFMrGhI/AAAAAAAAAEk/SPe5hPDuYEY/s1600-h/The+Oracle+Girl.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051087493763111442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RhkRUFMrGhI/AAAAAAAAAEk/SPe5hPDuYEY/s320/The+Oracle+Girl.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-4356069462151518259?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/4356069462151518259/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=4356069462151518259' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4356069462151518259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4356069462151518259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/04/numb.html' title='Numb'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RhkRUFMrGhI/AAAAAAAAAEk/SPe5hPDuYEY/s72-c/The+Oracle+Girl.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-4366414521675337739</id><published>2007-03-28T17:37:00.000-07:00</published><updated>2007-04-04T13:15:08.196-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RhQHO1MrGgI/AAAAAAAAAEc/eU2Wwa8tSgU/s1600-h/Gone.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5049669033568967170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RhQHO1MrGgI/AAAAAAAAAEc/eU2Wwa8tSgU/s320/Gone.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RgqXe-J-Q1I/AAAAAAAAAEU/_emsc_MrFGQ/s1600-h/IMAG0020.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;“&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; A confusão&lt;br /&gt;A confusão da alma que domina por completo o corpo sem se aperceber que existe um porquê que nos conduz, solitários, pelo silêncio e através de um campo de coisa nenhuma, onde nasce a tristeza, o medo, a loucura, o desejo, a incerteza, o grito mudo e a mediocridade espiritual que termina quando a confusão se instala por entre as linhas estranhas e irregulares de um pensamento sem lógica, embebido em poucas cores vibrantes, enganando um cego que não quer ver… eu próprio, em mim e principalmente sem mim, percorrendo-me a pouco e pouco numa sinfónica e desafinada confusão de alma…&lt;/em&gt; “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreve ele, o meu Norte, numa letra de criança e algo perturbadora, significado do quão perdido ele está por dentro. Perdeu-se a minha criança, o meu guia, levou-me com ele na imensidão dos caminhos conturbados porque passa e tem passado ao longo de todo este tempo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um desassossego, um sufoco procurar sem encontrar o que conhecemos a vida inteira. Ele está lá e não o vejo de tão embrenhado que está na vastidão do seu sofrimento, tão único e egoísta; não me deixa partilhar com ele o fardo da genialidade que tanto o confunde e o afoga em mágoas antigas, nas palavras que ficaram por dizer no momento certo. Di-las alto e bom som, ouve-as em eco como se as dissesses em tempo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A áurea sensorial que nos une faz-me sentir na pele a sua inquietude artística que parece não ter fim. Há tanto para dizer, tanto para expressar e parece tudo inatingível, insaciante. O amanhã também existe e não tens de viver tudo num único minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensa em mim, pensa no amanhã, pensa no futuro que vamos ter em simultâneo, pensa na velhice que prometemos um ao outro sempre com a união que é só nossa. Estás a deitar tudo a perder. Estás a deixar que algo perturbe o que tenho de certo contigo. Estás a permitir que algo interfira no curso que está estipulado. Eu não sei lidar com as mudanças. Eu não sei lidar com a tua mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha mente afasta-se de mim, foge ao largo e não sei mais o que seguir. O meu Norte perdeu-se, perdeu-se na rota dos ventos. Não tenho mais sonhos a seguir. Os teus eram os meus. A memória divide-se e nem tu sabes já o que sonhavas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu eras o Norte, eu o Sul, estávamos completos de coisas de que nem precisávamos falar. O sentimento escondido de sermos unos; chego a pensar se não seria somente meu esse sentimento que dava razão de ser ao imaginável. Não quero que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como que iniciar uma viajem sem retorno, daquelas que fazemos sem nunca sair do lugar, passando por lugares a que sabes que nunca vais conseguir regressar. Mas não podes ter-te perdido assim, eu não deixo, não admito… não posso acreditar que tudo era falso porque não era. Era tudo tão palpável ao ponto de cravar na pele a arte que te define. Tu estavas lá e sempre estiveste. E estás lá, eu só não te vejo, não te consigo encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue tu agora rumo ao Sul, ao umbigo que nos gerou; segue-me porque o que se passa é mágico, sempre foi, e há mais além do sonho. Tens de te obrigar a abandonar a toca fria e imunda onde te refugias tal animal indomesticável. Eu tenho de ser alguém. Segue‑me ao sítio que reclamo como meu, eu afago-te em afecto e compreensão e sem críticas. É tudo incondicional ou és tu o cego que não quer ver?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-4366414521675337739?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/4366414521675337739/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=4366414521675337739' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4366414521675337739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4366414521675337739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/confuso-confuso-da-alma-que-domina-por.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RhQHO1MrGgI/AAAAAAAAAEc/eU2Wwa8tSgU/s72-c/Gone.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-4701151120380052693</id><published>2007-03-23T19:20:00.000-07:00</published><updated>2007-03-23T12:17:12.705-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RgQm9jrj4II/AAAAAAAAAEE/8ye3_DCOtxg/s1600-h/sala.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RgQm9jrj4II/AAAAAAAAAEE/8ye3_DCOtxg/s1600-h/sala.bmp"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045200321553621122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RgQm9jrj4II/AAAAAAAAAEE/8ye3_DCOtxg/s320/sala.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Julgo ter ficado sem opções…&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Nem o que pensar surge com clareza! A incerteza dos motivos que nos levam a fazer as coisas, as constantes promessas que me fazem ser descrente da boa vontade e da sinceridade das palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vou ligar”, depois não ligas… à segunda volta, “depois eu ligo” e não ligas de novo… E já nem espero que o faças! Só espero… Nem sei porquê. Na expectativa de que possa ser desta vez. E para quê? No fim surge sempre a mesma confirmação, de que não vens, não hás-de vir, em busca de mim…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passas por mim num corredor e não me falas. Será que já não me vês? É possível que a despreocupação seja tal que me torne pra ti, subitamente, apenas mais um dos corpos incógnitos que se passeiam e por ali passam, numa verdadeira correria, azáfama de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que estou diferente e aceito a dificuldade em me reconhecer no meio de tantas coisas novas que tenho em mim mas o esquecimento… A minha essência de viver, o que nos aproximou, o que despertou em ti a vontade de mim, apenas isso, julgo ser difícil não reconhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é difícil quando nem me olhas, quando a minha presença deixa de ser importante ao ponto de deixar de despertar em ti a curiosidade natural de quem se cruza algures na vida, aquele olhar que deitamos ao dono do vulto que repentinamente entra no nosso campo de visão, que surge diante dos nossos olhos postos no chão ou num monte de papéis, em qualquer coisa que nos exija a concentração quando deambulamos, atrapalhados, pelo corredor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgo ter ficado sem opções…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei que houvesse, no mínimo, a vontade de perceber ou esclarecer alguma coisa. Afinal… eu sinto essa necessidade, eu preciso de saber tudo, ao mínimo pormenor. Não suporto já o adiamento do momento reservado para nós. Angustia-me a espera eterna por algo que não vai surgir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos… fomos amigos; importamo-nos… importávamo-nos um com o outro… Preciso saber, sentir de novo a sensação de estar perto de ti para, noutra tentativa vã, tentar perceber o que é que me puxa, o que é que me faz tremer cada vez que sorris, o que me desconforta no teu olhar. Seguir‑te-ia para onde quer que fosses, não percebes?! E sem porquês, sem inconvenientes, sem entraves ao rumo a seguir, apenas com o que sinto por ti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não posso continuar assim. Subitamente, desisto! A distância entre nós é, contudo, enganadora. Induz-me no pensamento de que aos poucos tudo vai morrendo, perdendo a importância de ser, perdendo a fonte de alimentação e sustento. Mas nada morre, nada se desvanece com a ausência, está tudo apenas adormecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E basta-me um vislumbre de ti para que tudo ganhe novas proporções, gigantescas, assustadoras. Mexes comigo de uma forma estranhamente agradável. Perturbas-me, desconcentras-me do meu objectivo de te deixar ir com tudo o resto que por mim passa. Mas não consigo não te reter. Pareces entranhado em mim, tal cheiro a pele, inesquecível. Assemelhas-te a um fobia que não se consegue combater e toma controle de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É frustrante perceber que nada do que se constrói é sólido; é frustrante perceber que os investimentos no afecto e na amizade são feitos a fundo perdido… Palavras, palavras ditas em vão ou com significado, conversas e mais diálogos…. Perca de tempo, a minha conclusão. O que resta afinal? Um sabor amargo de quem quer perpetuar o que pensou ter conquistado e percebe, finalmente, que é impossível conquistar. Não existe, não é real!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E custa ver que isto faz parte da minha vida. À minha volta tudo permanece, menos comigo…. Tamanha frustração! Tamanha a minha solidão…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi uma vez dizer: “eis que é chegada a hora de reequacionar a minha solidão!”; palavras tão fortes, sentimentos abruptos irrompidos com a chegada da perda eterna! Algo que no momento me capturou tal âncora que nos puxa para o fundo do mar. A sensação de pânico que nos invade ao perceber que nos falta o ar, que nos vamos afogar na imensidão do mar. É o sonho que me apoquenta as noites mais conturbadas. Essas palavras proferidas na dor inundaram a minha alma, senti-me asfixiar só de pensar que talvez tenha chagado o meu momento, aquele em que começo a equacioná-la…. A solidão, o vazio e mim! O vazio que sinto quando penso ti! A saudade do que não tive contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sorriso vai morrendo embora transpareça aos outros; tudo em nós vai morrendo um pouco a cada dia… a cada momento em que se vê o afastamento do resto do mundo, das pessoas, do que julgamos nosso. E o afastamento de ti…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu não sabes mas há alguém a sofrer, magoado por reter tudo lá dentro, por não se livrar de todo o seu mal, por não conseguir fazê-lo. Mas no fundo, a verdade é indolor, basta deixar o amor transparecer e tudo desaparece. E eu estou condenada. Porque me sinto perdida no meio da tempestade que tu criaste. E não te vejo em lugar algum; não vieste em meu socorro!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Julgo ter ficado sem opções…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-4701151120380052693?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/4701151120380052693/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=4701151120380052693' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4701151120380052693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/4701151120380052693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/julgo-ter-ficado-sem-opes-nem-o-que.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RgQm9jrj4II/AAAAAAAAAEE/8ye3_DCOtxg/s72-c/sala.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-7613483876096284103</id><published>2007-03-15T13:27:00.000-07:00</published><updated>2007-04-16T06:43:56.231-07:00</updated><title type='text'>Living in Your Afterglow</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RiN9XIOIk1I/AAAAAAAAAFE/jAOp2CdNEec/s1600-h/Sem+TÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054021043137057618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RiN9XIOIk1I/AAAAAAAAAFE/jAOp2CdNEec/s320/Sem+T%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;E quando a saudade aperta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;A dor suprime o coração,&lt;br /&gt;O ar falta e as lágrimas inundam o olhar.&lt;br /&gt;Surge o abraço vazio.&lt;br /&gt;Aperto os braços contra o peito&lt;br /&gt;Como se estivesses lá; e estás.&lt;br /&gt;O cheiro volta&lt;br /&gt;E o teu riso ecoa aos meus ouvidos&lt;br /&gt;Como se nunca tivesses partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que saudades, que vontade de gritar&lt;br /&gt;Vestir-te como se fosses pele, usá-la para sempre.&lt;br /&gt;Sentir de novo a textura macia&lt;br /&gt;Que jamais tornarei a tocar.&lt;br /&gt;Volta para mim nem que seja em sonho&lt;br /&gt;Onde nada é impedido&lt;br /&gt;E vive para sempre comigo&lt;br /&gt;Como se nunca tivesses partido…&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-7613483876096284103?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/7613483876096284103/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=7613483876096284103' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7613483876096284103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/7613483876096284103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/e-quando-saudade-aperta-dor-suprime-o.html' title='Living in Your Afterglow'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RiN9XIOIk1I/AAAAAAAAAFE/jAOp2CdNEec/s72-c/Sem+T%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-5674370278005243362</id><published>2007-03-15T04:20:00.000-07:00</published><updated>2007-03-15T05:27:20.430-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfk7hA30zLI/AAAAAAAAADc/R1q2FmLSsXY/s1600-h/farol.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042126696173849778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfk7hA30zLI/AAAAAAAAADc/R1q2FmLSsXY/s320/farol.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#9999ff;"&gt;Não havendo marinha para navegar as lágrimas&lt;br /&gt;Nem praias onde chegar,&lt;br /&gt;De nada me serve fazer o esforço de chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanta-se uma ventania inútil&lt;br /&gt;Da Lembrança&lt;br /&gt;E só me resta virar-lhe as costas.&lt;br /&gt;E ir embora a fingir que se torna tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui sentimental&lt;br /&gt;Até ao fim do que poderia ter sentido...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-5674370278005243362?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/5674370278005243362/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=5674370278005243362' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/5674370278005243362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/5674370278005243362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/no-havendo-marinha-para-navegar-as.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfk7hA30zLI/AAAAAAAAADc/R1q2FmLSsXY/s72-c/farol.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-2208082613465055531</id><published>2007-03-14T08:16:00.000-07:00</published><updated>2007-09-05T04:36:00.951-07:00</updated><title type='text'>Viajar Sem Sair do Lugar</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfkrlg30zII/AAAAAAAAADE/jq_mk_YTxyc/s1600-h/sala+escura.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5042109181297216642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfkrlg30zII/AAAAAAAAADE/jq_mk_YTxyc/s320/sala+escura.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfg54Q30zHI/AAAAAAAAAC8/OfGGb3d1geQ/s1600-h/sala+escura1.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Do canto de um quarto escuro vem o som. Notas tocadas em sequências de tamanha harmonia, que nem melodia, que nos embala e nos transporta pra longe da imensidão do negro que me assusta…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levitamos aos poucos e deixamo-nos ir como se cada nota, suavemente tocada, nos desse o impulso pra voar, viajar sem sair do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, estou no centro da praça ampla, em meados de Março, apanhando banhos daqueles primeiros raios de sol que nos relembram o cheiro característico do Verão. Corre uma brisa que me despenteia os cabelos, fá-los balançar, estou perto do mar. E curiosamente falha o cheiro, falta a maresia que vejo estampada em cada canto da praça, no rosto dos velhinhos sentados em fila e em silêncio, abrigados por debaixo dos ramos de uma árvore que não consigo identificar, uma árvore milenar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um deles ergue e segura nos lábios, de vez em quando, um cigarro quase que interminável. Está ali e está tão longe e eu estou fixa nele. É o olhar, a postura cansada dos anos vividos no mar onde ainda deve estar, de viagem em viagem e com tanto pra me contar. O olhar parece fixo na linha do horizonte como quem anda em alto mar procurando terra onde poisar; olhar tão abstraído no tempo real e parece mesmo ignorar as paredes caiadas de branco das casas que rodeiam a praça. Ele vê além delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros estão apenas saudosos de tudo o que foram, de tudo o que foi. Têm tanto para contar e tanto para falar e, no entanto, o silêncio parece ser-lhes suficiente. A companhia inerte uns dos outros dá-me uma sensação de que nada lhes faria sentido de outra forma; o passado se assim não fosse, então o que teria sido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o tempo vai passando, de hora em hora, e pouco neste cenário muda. Ouve-se de vez em quando a ilustração da nostalgia quando alguém diz em jeito de recordação “tempos difíceis… bons tempos!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons tempos… que estranha descrição para um passado triste que vivemos. Mas que tanto nos revela acerca de nós. Será pela simplicidade de épocas. Será que com o passar na vida nos tornamos exigentes ao ponto de nada ser o suficiente para nos preencher, como aqueles tempos simples de sofrer. Será que nos tornamos cínicos ao ponto de nos recusarmos a reconhecer que não fomos felizes, que não eram tempos felizes. Parece‑me ilógica a nostalgia que a dificuldade de viver causa em nós. Será meramente saudade dos tempos árduos que passaram que nos levam a usar tal descrição. Será que é a luta diária que nos traz o sentido de viver. Será que sou eu tão pequena que não consiga entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente ganho mobilidade. Dou uns passos em direcção ao pontão. A imensidão das águas calmas invade-me de tal forma, tal é a leveza do ar que me liberta por momentos de todas as sensações. A música continua a soar no fundo da minha mente. Estou vazia de tudo e isso confunde, desconcerta-me porque não consigo respirar sem sentir. As imagens relampejam perante mim e não as fixo. Porquê? Se tudo o que sou se espelha através das minhas recordações, não posso perder-me agora deixando-as ir. Tudo o que reconheço é através das coisas que vivi e senti e disse a dada altura da vida. E o que será de mim sem tudo isso? Mas está tudo no redemoinho das ondas à beira mar como que uma metáfora para aquilo que tem sido a minha vida. Tudo confuso, tudo incompleto, quase tudo perdido. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Perdi-me a mim própria? Tudo vai e tudo volta, rodopia e se dissipa mesmo perante mim. E eis que então entendo o olhar fixo do homem do mar. Ele procura o conforto do conhecido, ele procura reviver tudo o que fez sentir-se vivo, sentir-se feliz. Será que os tempos difíceis são os que nos fazem sentir vivos. Será que são os que nos dão o ímpeto para ultrapassar qualquer dificuldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada que faça, nada que viva, nada que diga será para sempre. No segundo seguinte tudo é já passado. E a dificuldade do passado de que ele sente falta será a minha dificuldade do futuro, será a luta por permanecer em cada momento, a insistência em reter o que julgo conhecer e que é tão desconhecido. E será que faço algum sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho medo do desconhecido, e eles também. Só que idade permite-lhes descansar recordando apenas, a idade dá-lhes a segurança de que pouco mais têm a conhecer, a idade deu-lhes a certeza de que não há nada a temer no viver. A idade arrasta consigo a esperteza de perceber que o truque de viver é aprender a não temer o que pode acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E consigo ainda ouvir a música; já tem textura. A sala continua escura e eu continuo insegura. Assusta-me o que tenho pela frente. Ver o que há para ver, sentir, perder, viver… é a nossa fatídica sina. Uma fatalidade de coisas boas e más que nos ensinam a ser quem somos. E eu tenho ainda tempo para aprender e reter além daquilo que me faz sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele permanece a viajar, com o olhar fixo no mar e sem sair do lugar.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-2208082613465055531?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/2208082613465055531/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=2208082613465055531' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/2208082613465055531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/2208082613465055531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/viajar-sem-sair-do-lugar.html' title='Viajar Sem Sair do Lugar'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/Rfkrlg30zII/AAAAAAAAADE/jq_mk_YTxyc/s72-c/sala+escura.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-6417772178351603629</id><published>2007-03-10T11:09:00.000-08:00</published><updated>2007-03-14T08:16:07.281-07:00</updated><title type='text'>Complexidade Inerente a Nós Próprios</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RfMKaA30y7I/AAAAAAAAABc/_HrOZ0nAuU8/s1600-h/m105ck.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040383849984740274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RfMKaA30y7I/AAAAAAAAABc/_HrOZ0nAuU8/s320/m105ck.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Afinal o que seria de nós sem a complexidade? Julgo que a vidinha que vivemos tão intensamente (ou pelo menos deveríamos vivê-la dessa forma) não teria o mesmo gosto!!!!! O que seria de nós se tudo nos fosse facilitado, estivesse mesmo à mão de semear?!!? Acho que é uma das características da condição humana, tornar tudo mais difícil do que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no que toca aos relatos relacionais e emocionais, as coisas não são diferentes!!! Se nos magoamos é porque deixamos que isso aconteça! É porque a nossa mente viaja demasiado, fantasia as situações, nos prende ao que nos faz mal; um certo masoquismo no fim de contas!! Não sei bem porquê mas desenvolvemos uma certa tendência pra remoer o que mais nos desconcerta... típico! Pelo menos sentimo-nos vivos dessa forma, experienciamos sensações! Mas, adiante...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Imaginado uma situação hipotética, munida de imenso realismo porque, no fundo são aquelas situações que acontecem diariamente no imenso universo; há sempre um grande amor, há sempre um grande desejo de ter alguém perto de nós , há sempre uma enorme vontade de partilhar com alguém especial a nossa vida (no bom e no mau), ter sempre alguém em quem encostar a cabeça, mesmo que seja para estar em silêncio, sei lá, alguém que nos complete e mais nada! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Quando finalmente temos o que procuramos, não o aproveitamos. Há sempre algo que interfere, que nos aborrece, que nos zanga, que estraga tudo. E porquê? Porque complicamos sozinhos o que é tão fácil de viver; porque temos sempre de questionar tudo e pensar e repensar até as mais pequenas atitudes; queremos sempre mudar alguma coisa, por livre e espontânea vontade nossa, temos a tendência de estragar a pintura, ficamos inseguros com a mínima alteração de humor. Será que deixou de nos amar?! Será que fizemos algo de errado?! Afinal o que mudou!??!? Nada! Na realidade, não acontece nada e nós sempre a complicar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instabilidade somos nós quem a fazemos, a dor é infligida por nós a nós próprios. Seres superiores?!?!? Onde está a nossa superioridade se não aproveitamos sequer o que temos de melhor sem o questionar? Dizemos que não somos nada sem o amor; e será que quando amamos, o fazemos na sua maior plenitude? Será que quando amamos o fazemos despreocupadamente e vivemos da forma simples, da forma como o amor nos surge na vida?!?!? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;Pedimos demais sem perceber o que realmente nos faz falta e isso confunde-nos, isso não nos deixa sentir. E, mesmo assim, mesmo depois de sofrer, continuamos a complicar porque a mágoa faz-nos recear o que se segue. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Há quem nunca mostre o que sente sem saber o que os espera, ser ou não correspondido - a grande questão de todas quando tudo está pra começar; porquê?!?! Devemos celebrar o amor apenas porque o sentimos, é um privilégio tão grande!!! Devemos agradecer o simples facto de perceber que amamos porque é isso que nos distingue de todos os seres vivos. Estamos sempre a proteger-nos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;de quê? De sentir.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Garantidamente, com tantos raciocínios que desenvolvemos pra que seja tudo perfeito, pra nunca deixarmos de ter o que estamos a viver, não há quem nos magoe mais do que nós mesmos; nós impedimo-nos de ser felizes, mesmo que seja apenas por um ápice, um momento que passa muito rápido e nos deixa saudosos. E então!!??!? Sentir é o que é importante e ponto! &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Só isso me faz sentir bem, amar sem pedir nada em troca, sentir-me viva por sentir algo real mesmo que seja só meu!!! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;No fundo, aquilo que procuro, como todas as pessoas, é sentir-me normal, o mais banal possível, o mais simples possível no que toca ao amor, aceitar o que a vida me dá, a sua generosidade de me permitir sentir o amor, permitir-me sentir viva!!! Equilíbrio? Conseguimo-lo sem sentir o amor na sua plenitude? E será que nos permitimos sentir sem restrições!?!?!? Amar por amar, sem pedir em troca, sem esperar retorno!!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-6417772178351603629?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/6417772178351603629/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=6417772178351603629' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6417772178351603629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/6417772178351603629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/complexidade-inerente-ns-prprios.html' title='Complexidade Inerente a Nós Próprios'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RfMKaA30y7I/AAAAAAAAABc/_HrOZ0nAuU8/s72-c/m105ck.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-1898581189813164990</id><published>2007-03-09T16:14:00.000-08:00</published><updated>2007-06-27T10:43:06.580-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKhirJjDJI/AAAAAAAAAIE/3-LJiDgdDhc/s1600-h/18+Drops.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080800946697735314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKhirJjDJI/AAAAAAAAAIE/3-LJiDgdDhc/s320/18+Drops.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RfJ_UA30y5I/AAAAAAAAABM/utDGeRxf9_A/s1600-h/Radiohead1.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;Amanhece. As poucas horas de sono deixam o meu corpo torpe. Mais um dia na minha vidinha tão monótona; nada de novo de adivinha! Sei que tenho de sair, encarar o quotidiano tão simples mas o corpo pede mais descanso! Acabo por sair da cama e ainda não é dia sequer. Visto-me depois do momento de higiene obrigatório e saio de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madrugada fria, as mesmas pessoas deambulam pela rua, as mesmas de sempre. Subitamente, uma leve brisa gélida que me faz lacrimejar! Momentaneamente perco a visão, torna-se turva e vejo o Mundo de forma diferente; tudo está enevoado!! Sigo pela rua e dou com o café do costume! Entro e procuro a minha mesa de eleição! É tudo tão certinho e tão cómodo, tudo tão conhecido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesa fica mesmo perto da janela que dá para a rua movimentada de gente desorientada e adormecida como de costume. Tiro o meu diário, a caneta que me deram no 15º aniversário e abro mais uma página. O Bóris, o amigo imaginário, está pronto para me ler novamente!! O cumprimento matinal, o desabafo do cansaço de mais um dia e, do nada, sou avassalada por uma voz interior que me diz que algo de surpreendente vai surgir! Não perco mais do que 10 segundos a pensar nisso; não quero!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas de sempre entram no café, os cumprimentos de sempre ocorrem há anos; são para mim como tu, “estranhos íntimos”! São tão familiares que me deixam segura e, no entanto, nem sequer me conhecem! Paro por uns momentos enquanto mexo o meu café e olho a rua, a correria sem rumo das pessoas atordoadas com o amanhecer, e começo a pensar em mim, mais uma vez um vazio, um rumo desconhecido, sentimentos que me guiam e confortam sem os saber explicar! A vontade de mudar diariamente e o comodismo, o receio de o fazer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo corre como planeado até que, inesperadamente, me dou conta que o meu Mundo está prestes a desabar! O pânico, o desconforto, o susto!!! Não sei o que sentir, não percebo o que vejo! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Dou comigo a fixar, no canto oposto da sala do café, uma nova silhueta, vulto desconhecido que me esforço por identificar; busco na memória, e busco novamente, um registo que me identifique quem está do outro lado, quem vem e se atreve a ameaçar o meu equilíbrio vivencial. Nada, não há nada que me indique, que me sossegue!! A inquietude começa a sufocar e só penso que tudo está prestes a mudar! Não pode ser, é impensável permitir que um vulto desconhecido ameace a minha segurança. Não quero que isso aconteça. A minha vida é, por vezes, vazia mas confortável e não estou disposta a perder isso! É mais fácil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a curiosidade e a necessidade de esclarecer o que está a acontecer torna-se, de segundo pra segundo, mais forte que qualquer coisa! Quero ver quem é mas tenho receio de sair do meu cantinho perto da janela; contudo é mais forte do que eu! Chamar a atenção ao pânico que estou a sentir também não é uma opção, mas tenho de ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levanto-me disfarçadamente, vou deslizando suavemente por entre as gentes que vão entrando e saindo, as mesmas de sempre mas isso já não importa! Alcanço então um ângulo que me permite ver quem invade o meu Mundo e a frustração dá as caras! Por entre as frestas da persiana semi-aberta os raios de sol cumprimentam o Mundo e cegam-me!! Momentaneamente perdi a visão, não vejo nada à minha volta, deixei de me ver a mim. Sinto o vulto mover-se desconcentrado e como que perdido e não sei o que fazer, se regresso ao "lar", se prossigo e enfrento o meu maior medo neste momento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como que por destino, o sol sobe e deixa-me dar de caras com um par de olhos gigantes que me tiram o ar. Paro e fico estática, não tenho reacção absolutamente nenhuma! Só consigo fixá-los e não sei, sinceramente, o que pensar. São enormes, têm uma cor que jamais vi antes, um calor frio como que morto para as emoções e, ao mesmo tempo, a transbordá-las! Estou confusa, deveras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo deixou de existir, o barulho de fundo da máquina de moer café apagou-se e as vozes tornam-se distantes, cada vez mais. Só estamos ali os dois, os meus olhos naqueles que nunca antes enxerguei. É tão estranho não é? O medo de que tudo mude, deixei de o sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O olhar é mesmo diferente! É um olhar de um vulto estranho mas é tão familiar, não sei mesmo o que pensar. Tento ser o mais racional possível e tentar perceber o que se está a passar e faço uma análise do que vejo - um olhar completamente novo, cheio e vazio ao mesmo tempo, que me está a mostrar coisas tão novas, e fico ali. O que vejo é que as emoções são possíveis, estou a tê-las. A sensação de que não são precisas palavras para as conhecer e, obviamente, a interacção física é importante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou a ler uma vida tão conturbada, perdida e sem objectivos, com medo de tudo: de ser rejeitada, de sentir algo diferente, de falar o que pensa, de ouvir o que a magoa, mas com tanto amor para dar, com vontade de partilhar amizades e afectos, sem ruídos; não são necessários! Um olhar que vibra com qualquer coisa que o preencha e que não descansa até ver esclarecido tudo o que não entende.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Existe ali sinceridade e medo de falar, existe uma necessidade de sentir e de tocar. Estranho, um olhar pede o toque físico! Mas é mesmo assim, sem toque sente-se vazio como sempre se sente! No fundo, um misto emocional tão intenso e tão controverso, tudo de bom para todos e já para si.... O sonho, sonhar também lá esta! Viajar mundo fora sem sair do lugar, ver tudo e todos, memorizá-los e revê-los como que uma película de filme que passa vezes sem conta, a qualquer momento que se queira, porque a vida é mesmo assim, passa mas também fica, mostra e ensina a continuar a procurar seja lá o que for!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adrenalina de sentir tão profundamente qualquer emoção é tão grande que o coração dispara e parece que não cabe no peito de tão pequeno que fica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sensações que me assombram agora começo a reconhê-las, são tão familiares essas que já li naquele olhar e tantas outras que nem consigo expor por palavras; não há palavras que as descrevam. Tenho mesmo de as conhecer dia a dia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, o chão sai-me debaixo dos pés e tudo se torna tão claro e mais real não podia ser! Estou tão assustada com o que vejo e, ao mesmo tempo, mais surpresa não poderia estar a sentir-me! Que revelação! Todos os receios que tive 15 minutos antes deste momento deixaram de existir; sinto-me pacificamente alegre e começo a acreditar que tudo vai mesmo mudar embora esteja ainda a resistir a essa ideia! Agora já percebo que é inevitável a mudança nas nossas vidas porque não as conseguimos controlar. O que tenho de fazer mesmo é aprender a aceitar a mudança e a conviver com ela, quer seja boa ou má. Mas ela implica uma evolução que nos torna maiores, mais adultos. Também nos faz abdicar de muito, ou de tudo se for necessário, e torna-nos mais fortes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então vejo-me a mim, finalmente a mim; o meu olhar reflectido no espelho que, por acaso nunca tinha visto. Irónico não? Tomar tudo por garantido e, no fundo, existe algo que eu desconhecia; e é precisamente isso que me mostr que tudo é uma constante mudança!!!! E tudo muda de facto! Só me custa a aceitar!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-1898581189813164990?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/1898581189813164990/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=1898581189813164990' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1898581189813164990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1898581189813164990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/amanhece.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKhirJjDJI/AAAAAAAAAIE/3-LJiDgdDhc/s72-c/18+Drops.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-8009619312537403793</id><published>2007-03-09T10:39:00.000-08:00</published><updated>2008-01-12T11:45:30.114-08:00</updated><title type='text'>Olhar Sobre Mim</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKfzrJjDII/AAAAAAAAAH8/I4FV9EpRbmw/s1600-h/Creature.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5080799039732255874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKfzrJjDII/AAAAAAAAAH8/I4FV9EpRbmw/s320/Creature.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;"Escrever sobre o olhar, porque não? Não escreverei de um modo estruturado, organizado e previsivel... lógico, porque nem considero que o tema o permita, como o exprimerei mais à frente; nem sinto a capacidade de o fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Olhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, é, sem dúvida, importante reflectir sobre de onde vem e porque vem. De onde vem, pois, graças a diversos provérbios e a situações estranhas da vida quotidiana dos povos, ao longo dos tempos e da nossa vivência em especial, aprendemos que um olhar vale, se uma imagem vale mil palavras, muito mais que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De onde, portanto, vem o olhar? Questão longe de ser unânime, é, acima de tudo, complexa e controversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “porquê” presume-se mais fácil então. E é. Porque sentimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, podemos de regressar à questão inicial, ao fundamento do olhar. Ora fundamentar algo abstracto e mutável (esquecendo por momentos a sua variabilidade circunscrita a mudanças de humor perante situações da vida, mesmo que físicas), não se assemelha fácil. Mas também o que é “assemelhar” e “fácil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca ninguém me disse que a vida seria fácil, portanto não há razões para assumir que seria, ou será. Isto vale também para todas as coisas com ela relacionada. Considerando nós o Olhar forma fundamental de relacionamento (daí a existência destas linhas) apenas poderemos reflectir como sendo parte essencial da vida. O relacionamento com Tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvaguardamos neste primeiro ponto que não é o facto de ser invisual que torna esta forma mais ou menos importante. O desenrolar do esboço trará mais luz, por certo, ao leitor mais atento, sobre esta problemática do textualismo, bem como da complexidade do termo “Olhar” como aqui o entendemos e todas as suas vertentes e influências na vida activa &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;em&gt;das gentes.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Voltamos à tentativa de abordagem do tema com que começamos - o fundamento. O mais provável é mantermos este pressuposto até ao final...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que nos serve o olhar? No seu sentido mais restrito (&lt;em&gt;stricto sensu&lt;/em&gt;), olhar será o incauto acto de ver. Sendo que a contraposição com ver, significa que este é o “olhar” mais atento, o “ver” com o cuidado e o raciocínio, a lógica e o peso do “ver”. É um acto reflectido, pesado, e importante; é o que nos torna mais cautelosos, o que nos faz sobreviver. É ver onde os outros olham.&lt;br /&gt;Ora, feita a distinção, o que nos interessa afinal é o Olhar. O estigma por detrás da retina. A força por detrás da irís. O ser por detrás do olho. O viver.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Pois não é de racionalidade que é feito o Mundo. Não é de lógicas cabais e inabalavéis. É feita de olhares. De caracteres. De conjuntos ou confrontos de forças. De se ser acima de tudo e de todos, e a luta pelo ser, e por ser acima de tudo e de todos. É feito de convicções e princípios, os nossos, como o de ser feliz sem magoar os outros e independentemente do resto. É feito de Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dúvidas? Não. Pois sabemos que assim é. Não é o facto de ser mais confortável pensar que é possível controlar tudo, o que é preciso é manter-nos a nós e aos outros alerta; o facto de ser habitual e da própria inteligência nos levar ao “ver”, isso não é o que desmerece ou retira o “olhar”. Olhar é sem dúvida o essencial do ser humano enquanto o realcionamento fôr o seu essencial. E o “ver” vai sempre ser subordinado do “olhar”, enquanto não formos sempre verdadeiros. Teorias à parte, sabendo a impossíbilidade deste último factor, o importante não é ver (sem o desmerecer); mas o Olhar, é Olhar com o devido respeito por isso. É o sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez com exemplos práticos, ou semi-práticos, ou teóricos... Talvez assim:&lt;br /&gt;Se dissesse-mos sempre a verdade que ocorreria? Nada porque nunca chegariamos a lado nenhum senão talvez a uma morte rápida e dolorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais, se fossemos sempre sinceros o que ocorreria (sendo que a diferença entre verdade e sinceridade está nas omissões ou na falta de dissimulações)? Tudo porque o Nosso Mundo cairia por completo. Nunca somos sinceros connosco mesmos.Tentamos sempre parecer que o somos ou por medo de perceber as nossas inseguranças, ou apenas pra não mostrar que também temos fraquezas. Que não são fraquezas, que são a nossa natureza. Somos verdadeiros às vezes, mas sinceros raramente (e por estupidez se me perguntarem!). Raramenrte com outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Ora, o que pretendiamos exemplificar vai no seguimento do parágrafo anterior. O ver é o que nos premite viver, ou sobreviver (outra disctinção intressante a recuperar mais à frente sem dúvida). Permite-nos dissimular o raciocínio mais óbvio e inato no Mundo. É essa capacidade de dissimularmos e analisarmos os dados de um modo livre de instintos e ultilizando a nossa capacidade mental, quase na totalidade, o que permite que tenhamos tudo o que temos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Por muito triste que isso soe, é também o que nos premite sobreviver. Assim falo, pois acabo de regressar de tal viagem em que se não confiar a 100% no meu olhar, reflexos e intintos, bem podia não voltar. E na nossa vida diária é mais que óbivo isso. Daí não perdermos muito mais tempo aqui. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;O olho é sem dúvida (bem sabemos que são dois, e que formam um par, mas assim é mais cientifico o que escrevemos) o órgão primordial nas relações humanas. Vamos saltar, ilibar-nos nestas linhas de discursar sobre relações humanas e as suas influências que, para além do óbvio do olhar, serão essecialmente o carácter, a auto-confiança, a apresentação, os trejeitos, a educação, a voz, o cabelo, o cheiro do cangote... apesar de tudo ser resumivel ao olhar. Daí ser esse o fundamento a partir do qual agora será considerado este tema uma tese."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-8009619312537403793?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/8009619312537403793/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=8009619312537403793' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/8009619312537403793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/8009619312537403793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/olhar-sobre-mim.html' title='Olhar Sobre Mim'/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RoKfzrJjDII/AAAAAAAAAH8/I4FV9EpRbmw/s72-c/Creature.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5743257508637053532.post-1315206169652218457</id><published>2007-03-08T05:55:00.000-08:00</published><updated>2008-01-12T11:34:59.846-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R4kV9pmUUBI/AAAAAAAAAKE/KvbPf6NkY8k/s1600-h/illusion6-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154675397385015314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R4kV9pmUUBI/AAAAAAAAAKE/KvbPf6NkY8k/s320/illusion6-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/RfAeiQ_XU2I/AAAAAAAAAAc/Fwswta6KGoo/s1600-h/illusion6-1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#ff99ff;"&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Sem saber muito bem porquê a mente viaja, leva-nos aos recantos mais escondidos que temos em nós… a mente não é coisa fácil de controlar, muito menos com o passar do tempo. Há sensações que o corpo sente falta, sons que deixamos de ouvir e continuam a ecoar no fundo da memória, coisas que ficam por dizer e ao repensar a vida, elas regressam…. Não é mesmo nada fácil de controlar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem saber muito bem porquê a mente foge-nos e sempre pra onde mais nos magoa, o que nos faz mais falta, o que sempre quisemos fazer de forma diferente ou mudar. Os pormenores começam a dissipar-se, as imagens a perder nitidez, o cheiro perde o odor.... e o que é que resta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem saber muito bem porquê a mente engana-nos, impõe-nos coisas que nem sabemos se queremos, faz-nos crer em coisas de que nem sequer temos certeza! Uma realidade distorcida ou inventada por ela? Afinal o que é que nos resta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem saber mesmo porquê, a nossa vontade muda e impulsiona-nos a cometer loucuras, desatinos, o que consideramos constituir no nosso futuro das melhores lembranças da nossa vida…. ironicamente, as que mais nos irão magoar ao recordar. E o futuro vai chegando, todos os dias….&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem saber porquê, mas começando a questionar, a vontade de mudar começa a fazer-se sentir; a vontade de recuperar tudo por inteiro, reviver, recriar faz cócegas no impulso do corpo como o balanço das ondas…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sem nunca saber porquê, é a saudade que nos resta e é nela que tudo termina…. porque sem perceber porquê, não há nada que possa mudar o que passou!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5743257508637053532-1315206169652218457?l=wwwisthisme.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/feeds/1315206169652218457/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5743257508637053532&amp;postID=1315206169652218457' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1315206169652218457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5743257508637053532/posts/default/1315206169652218457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwisthisme.blogspot.com/2007/03/sem-saber-muito-bem-porqu-mente-viaja_08.html' title=''/><author><name>Is This Me?</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02728467325278987314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ddn7VO7qXTU/R4kV9pmUUBI/AAAAAAAAAKE/KvbPf6NkY8k/s72-c/illusion6-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
